quarta-feira, 27 de setembro de 2017

[0086] Como no Agrupamento de Escolas do Barreiro se encara o Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular



A Directora Felicidade Maria Fragoso Alves inseriu no sítio deste agrupamento, que dirige, uma mensagem para o corrente ano lectivo intitulada «Inovar e aumentar a qualidade das aprendizagens», na qual se refere assim a adopção do Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular do Ministério da Educação:

Em termos das aprendizagens integramos o projeto de autonomia e flexibilidade curricular que visa a promoção de melhores aprendizagens indutoras do desenvolvimento de competências de nível mais elevado, assumindo a centralidade das escolas, dos seus alunos e professores, e permitindo a gestão do currículo de forma flexível e contextualizada, reconhecendo que o exercício efetivo de autonomia em educação só é plenamente garantido se o objeto dessa autonomia for o currículo. Mas nenhum órgão de gestão consegue enfrentar um processo de mudança e inovação sozinho. Precisa ter ao seu lado pessoas disponíveis, empreendedoras e capacitadas. Se os professores, os funcionários e os encarregados de educação não se envolverem na melhoria, não será possível refletir essa intenção quando se fecham as portas da sala de aula.

Fonte: sítio do Agrupamento de Escolas do Barreiro (consultado em 20 de Setembro de 2017)

sábado, 23 de setembro de 2017

[0085] 1 de Outubro: Dia Internacional da Música

A celebração deste tema foi proposta pelo músico Yehudi Menuhin (1916 – 1999) à International Music Council (IMC - uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música) e por esta instituída em 1975, visando:

a promoção da nossa arte musical no seio de todos os meios sociais”;
a aplicação dos ideais da UNESCO, de paz e amizade entre os povos, de evolução das suas culturas, de troca de experiências e de apreciação mútua dos seus valores estéticos”;
a promoção de actividades da IMC, das organizações dos seus membros internacionais e dos comités nacionais, bem como dos seus programas de intervenção em geral”.

Há, na Nossa Banda, no Pinhal Novo, um museu exclusivamente dedicado à música:

o Museu da Música Mecânica


Fontes informativas: sítios da International Music Council e do Museu da Música Mecânica

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

[0084] Uma exposição de trabalhos dos alunos da Escola Básica António Augusto Louro

Será inaugurada no dia 22 (próxima 6ª feira) às 18h00, no Cinema de S. Vicente (Aldeia de Paio Pires):


Os trabalhos foram realizados no âmbito de um projecto com o mesmo nome da exposição, que também integrou o Plano Educativo Municipal:


Fonte: informação do Ecomuseu Municipal do Seixal

domingo, 17 de setembro de 2017

[0083] Eu sou da Emídio – «História(s) e memória(s) da Escola Secundária Emídio Navarro»




Está no prelo, por iniciativa do seu autor (Carlos Abreu), mais um livro sobre a Escola Secundária Emídio Navarro (ESEN).
O lançamento está previsto para o dia 18 de Novembro (um Sábado), pelas 16h30, no Ginásio «Professor Silva Marques» da ESEN.
Os interessados podem reservar o livro dirigindo-se à Associação dos Antigos Alunos, por email: aaaeena@gmail.com, indicando o nome, um contacto e o número de exemplares que pretendem reservar, devendo o pagamento ser efectuado no dia do lançamento, ou, para os que não poderem participar neste, posteriormente.

O livro analisa 60 anos da escola, com base em investigação documental e em testemunhos de professores e alunos. Tem cerca de 400 páginas e está ilustrado com fotografias de alunos, de professores e de actividades desportivas e culturais, bem como de diversos documentos: manuais escolares, cadernos e trabalhos de alunos, folhetos das iniciativas, actas de reuniões, etc..


Fonte: informação proveniente da Associação dos Antigos Alunos da Escola Emídio Navarro

terça-feira, 12 de setembro de 2017

[0082] Como a Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi encara o Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular

Uma das escolas da Nossa Banda envolvidas no Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, do Ministério da Educação, é a Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi, de Setúbal.


Eis como no seu sítio desta escola é descrita …

A importância do projeto Flexibilidade Curricular

O Projeto Flexibilidade Curricular do Ministério da Educação conta com 235 escolas, a nível nacional. As turmas de 1º e 5º anos da Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi, uma das poucas escolas de ensino artístico especializado, integram este Projeto inovador.

«Ao participar neste projecto pretendemos a melhoria das aprendizagens dos nossos alunos e a valorização da nossa área de intervenção, as expressões artísticas, com maior incidência na área da música, por acreditarmos que esta área permite aumentar a concentração e o desempenho dos alunos. Será também valorizada a área da cidadania, tentando proporcionar aos nossos alunos a aquisição de competências diversas que ultrapassarão os currículos escolares.»

Este Projeto assenta num processo de participação e flexibilidade, onde cada aluno desenvolverá a sua criatividade, autonomia e sensibilidade, novas formas de saber, de estar, de comunicar e de aprender. Tendo em conta os seus interesses e necessidades, cada aluno será chamado a adotar um papel ativo na construção de aprendizagens significativas, enriquecendo, aprofundamento e consolidando as aprendizagens essenciais, através da aquisição e desenvolvimento de competências de pesquisa, avaliação, reflexão, mobilização crítica e autonomia de informação, com vista à resolução de problemas e ao reforço da auto-estima, em exercícios de cidadania ativa, de participação social, de partilha, de colaboração e de confronto de ideias.

Das várias novidades que este Projeto nos trará destacamos:


No 1º ano:
– criação da área Música Tradicional, em articulação com o clube riBombando.
– acréscimo de um tempo na Expressão Físico-motora
– integração da disciplina de Inglês no Projeto de Coadjuvação da escola

No 5º ano:
a vertente artística reforçada
– criação da disciplina Oficina de Música, em articulação com Oficina Criativa (Oferta Complementar)
– metodologia de projeto, indo ao encontro do interesse dos alunos, assente no tema integrador “Enraiz´Arte”
– ao longo do ano o trabalho assentará na dinâmica do trabalho de projeto, os alunos serão confrontados com a adoção de novas medidas e estratégias através de um planeamento curricular que terá como finalidade a adequação e contextualização do currículo ao projeto educativo da nossa escola e às características das turmas e dos alunos. O tema integrador definido para este ano “Enraiz´Arte”, será também um eixo fundamental para a criação de novos projetos interdisciplinares e transdisciplinares mais específicos.

Nota: mantém-se, nas várias valências da Academia, a criação de Projetos paralelos interdisciplinares e transdisciplinares, baseados nos Planos de Grupo / Turma, tendo em conta as caraterísticas e interesses dos intervenientes.

Lista das escolas da Nossa Banda envolvidas no PFAC: mensagem «0076».

Fonte informativa: sítio da Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi

sábado, 9 de setembro de 2017

[0081] A exposição «Plantas e Povos», do MUHNAC

Uma das exposições de longa duração patente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, em Lisboa, é a seguinte:


No final é colocado ao visitante este desafio a …


Fonte: sítio do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e visita à exposição

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

[0080] O ponto de vista dos directores sobre o «Projecto de Autonomia e Flexibilidade Curricular», do Ministério da Educação

Escreveu o jornalista Samuel Silva em 4 de Setembro passado: Projecto de flexibilidade curricular estreia-se com um mosaico de escolhas por parte das direcções escolares. O PÚBLICO falou com responsáveis de 31 das 235 escolas e agrupamentos envolvidas no projecto. Apostam na aplicação das mudanças às turmas de início de ciclo (1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos).




















          O novo ano lectivo começa oficialmente na próxima sexta-feira e há, desde já, uma certeza: as escolas vão ser mais diferentes umas das outras. Os projectos de flexibilidade curricular, introduzidos pelo Ministério da Educação como uma experiência pedagógica, entram em funcionamento. E vão ser usados de forma muito diversa pelos professores. Ainda que a generalidade das direcções escolares que entram na experiência tenha optado por aplicar a mudança a todos os alunos de início de ciclo, há casos em que serão constituídas «turmas de teste» para esta estratégia e há até quem vá ter disciplinas semestrais, à semelhança do que acontece no ensino superior.
A flexibilidade curricular permite, entre outras medidas, que as escolas façam a sua própria gestão de até 25% da carga horária lectiva. Ao longo da última semana, o PÚBLICO falou com responsáveis de 31 das 235 escolas e agrupamentos envolvidos no projecto. Na generalidade dos casos (74% das escolas contactadas), os directores apostaram em aplicar as mudanças a todas as turmas de início de ciclo (1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos), que são aqueles em que legalmente é possível usar os mecanismos de flexibilização. Nos restantes casos (8 escolas) é feito algum tipo de selecção, limitando o número de turmas e alunos envolvidos.
Mas mesmo nos estabelecimentos de ensino que optaram por aplicar este projecto a todos os estudantes, a forma como o mesmo será efectivado é muito variável. O retrato que é possível traçar é, por isso, bastante diversificado.
Várias escolas assumem a dimensão de experiência da novidade introduzida este ano. É o caso do Agrupamento de Pedome, em Vila Nova de Famalicão, que optou por aplicar a medida a duas das suas cinco turmas do 5.º ano. A flexibilidade curricular vai ser testada numa turma com «condições para poder ter bons resultados e sucesso educativo de qualidade». A outra turma “poderá não vir a apresentar um desempenho escolar e um sucesso de tanta qualidade”, assume o director Fernando Manuel Lopes. A intenção da escola é que, com «dados de partida diferenciados», possa documentar o impacto do projecto nas aprendizagens.
A experiência da Escola Secundária Alberto Sampaio, em Braga, passa por reforçar o número de horas destinadas ao director de turma em apenas uma turma do 7.º ano. A intenção é semelhante: «Vamos querer ver a diferença que essa alteração possa provocar», explica o director, João Andrade.

Convencer os professores

A escolha do Agrupamento de Escolas D. Dinis, em Leiria, teve outra motivação: os resultados dos alunos. A direcção optou por deixar de fora da flexibilidade curricular todos os alunos do 5.º e 7.º anos e também a generalidade dos do 1.º ciclo. Com uma única excepção: a escola EB1 do Arrabalde.
Esta é uma escola pequena — tem 60 alunos e apenas três turmas, já que funciona uma turma mista de 2.º e 4.º anos — que nos últimos anos tem tido maus resultados escolares. A direcção do agrupamento viu na flexibilidade curricular uma possibilidade para inverter essa tendência: «O objectivo desde modelo é ser promotor do sucesso escolar e é nesse sentido que vamos avançar com ele», explica a directora, Madalena Costa.
Há, porém, outros motivos práticos e não pedagógicos a condicionar as opções das escolas contactadas. Por exemplo, o Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora, em Matosinhos, aplicará o projecto em apenas duas de seis turmas do 7.º ano, dada a falta de disponibilidade demonstrada pela maioria dos professores para trabalharem no novo modelo.
O caso mais extremo será, porém, o do Agrupamento de Escolas Grão Vasco, em Viseu. A directora, Inês Campos, é uma entusiasta da flexibilidade curricular — «é um projecto muito válido e estou certa que trará resultados muito positivos» —, mas não encontrou a mesma abertura nos professores do estabelecimento de ensino. Por isso, apesar de estar na lista inicial do Ministério da Educação, não vai integrar esta experiência pedagógica no novo ano lectivo.
A flexibilidade curricular vai ser testada em cerca de 20% dos estabelecimentos de ensino. Há escolas que estão ainda a fechar o processo de constituição de turmas e de definição dos moldes de funcionamento dos projectos, pelo que o número total de turmas envolvidas neste primeiro ano lectivo de experiência pedagógica ainda não está fechado. Ao que o PÚBLICO apurou esse número deverá rondar as 2000 turmas.

A aposta dos privados 

Das 235 escolas envolvidas, 170 são públicas, às quais se juntam quatro das sete escolas portuguesas no estrangeiro. Outras 61 do ensino privado vão também fazer parte da experiência, o que levou a Associação dos Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo (Aeep) a criar um grupo de trabalho para que os seus associados possam «partilhar ideias uns com os outros», explica o director-geral da associação dos colégios, Rodrigo Queiroz e Melo.
Um desses casos é o do Grupo Ensinus que tem sete instituições diferentes envolvidas no projecto de flexibilidade curricular, entre os quais o Real Colégio de Portugal, o Colégio de Alfragide e o Externato Álvares Cabral. Aí serão criadas novas disciplinas como o Laboratório de Empreendedorismo e Educação Financeira ou Técnicas Laboratoriais de Física e Química e, na Matemática, passará a ser aplicado o método usado em Singapura — que tem por base a compreensão dos conceitos antes de se ensinar procedimentos, utilizando uma abordagem visual e prática.
A «grande alteração» que a experiência pedagógica implicará, porém, tem a ver com o professor, considera Teresa Damásio, administradora do Ensinus. «Vai ter obrigatoriamente de alterar a sua metodologia de ensino e permitir maior interdisciplinaridade», defende.
Para preparar os docentes para essa alteração, o grupo contratou o especialista em mudanças educativas, Javier Aragay, para uma assessoria de três anos, em que dará tutorias mensais aos professores das várias áreas.
Outra das mudanças que vão ser aplicadas nos colégios do Grupo Ensinus é a passagem de algumas disciplinas para um regime semestral. Por exemplo, no 7.º ano os alunos passarão a ter quatro tempos semanais de Geografia na primeira metade do ano lectivo. Esses blocos nos horários são substituídos, no segundo semestre, por aulas de História.
A opção do Ensinus cruza-se com uma discussão que começa a ganhar força no sector: a possibilidade de o ano lectivo passar a ser organizado em dois semestres em lugar dos actuais três períodos. O Agrupamento de Escolas de Freixo, em Ponte de Lima, apresentou o seu próprio calendário escolar para 2017/18, dividido em dois semestres. O primeiro semestre começa a 13 de Setembro — como a generalidade das escolas, ainda que formalmente o ano lectivo comece na próxima sexta-feira, dia 8 — e prolonga-se até 2 de Fevereiro. O segundo estende-se entre 14 de Fevereiro e 19 de Junho. Os alunos mantêm dez dias de férias na altura do Natal e uma semana no Carnaval e Páscoa.
Esta possibilidade não foi aberta pelo projecto de flexibilidade curricular, mas pelo facto de a escola integrar os Projectos-Piloto de Inovação Pedagógica, destinado a um grupo mais restrito de estabelecimentos de ensino, e que reforça a sua autonomia caso adoptem projectos educativos diferenciadores.
O presidente Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, Filinto Lima, tem sido um dos defensores desta solução. De resto, pretendia fazer o mesmo na escola que dirige, a Dr. Costa Matos, em Vila Nova de Gaia, mas a possibilidade foi negada pelo Governo. Ainda assim, dentro das possibilidades que a flexibilidade curricular prevê, na sua escola haverá também algumas disciplinas semestrais.
A mudança para um calendário lectivo semestral teria «vantagens evidentes», defende Filinto Lima. Por um lado, tornaria os dois períodos lectivo equivalentes, acabando com um velho problema de um 3.º período muitas vezes excessivamente curto. Por outro, promoverá o sucesso e terá efeitos positivos na disciplina, acredita: «Hoje em dia, há muitos alunos que chegam ao 3.º período com o destino traçado. Como o tempo é curto sabem que já dificilmente passam ou dificilmente chumbam.»”


Fonte (jornal): Silva (2017b)

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

[0079] Encontro de História Oral - Práticas e Experiências Locais sobre a Memória

Este Encontro será realizado nos dias 11 e 12 de Outubro, no Museu da Cidade de Almada. Para os interessados, haverá ainda uma acção de formação creditada no dia 13.

Os respectivos programas podem ser acedidos através de


onde também é possível proceder às correspondentes inscrições.


Fonte: sítio da Câmara Municipal de Almada

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

[0078] Uma visita agradável e didáctica: a Estufa Fria, em Lisboa

O local onde a Estufa Fria se situa foi inicialmente uma pedreira onde se extraia basalto.
A fonte que aí brotava, e que comprometia a exploração, proporcionou alimento às plantas que, vindas de todo o mundo, se foram concentrando no espaço deixado vago e que se destinavam à arborização da Avenida da Liberdade. O atraso na concretização desta (em parte devido à Primeira Guerra Mundial) conduziu à transformação da antiga pedreira em abrigo para as plantas (significado de «estufa») aí guardadas, que foi inaugurada em 1933.

Actualmente a Estufa Fria é composta por três estufas: a Estufa Fria original e, mais recentes, a Estufa Quente e a Estufa Doce.
A designação «fria» significa que nela não é usado qualquer sistema de aquecimento. As outras duas dispõem de coberturas de vidro, que lhes eleva a temperatura, sendo a «quente» destinada a plantas tropicais (como o Cafeeiro, a Mangueira e a Bananeira) e a «doce» às Cactáceas (como o Aloé)

Não sendo um museu no sentido tradicional, é-o em sentido lato …

Até 17 de Setembro apresenta, no seu Centro de Interpretação, uma exposição sobre a difusão mundial das plantas durante a primeira globalização:


Fontes informativas: Câmara Municipal de Lisboa (folheto, sem data); Estufa Fria (sítio)

domingo, 20 de agosto de 2017

[0077] Encontro sobre Literacias e Necessidades Educativas Especiais em Almada


Trata-se de um encontro de apoio ao lançamento de um projecto da Câmara Municipal de Almada, no âmbito de uma candidatura a Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar (integrado no Portugal 2020 / Europa 2020).

A participação é gratuita, pressupondo inscrição

Fonte informativa: sítio da Câmara Municipal de Almada

domingo, 13 de agosto de 2017

[0076] Quem, da Nossa Banda, vai estar envolvido no Projecto Autonomia e Flexibilidade Curricular em 2017-18

Segundo a Direcção-Geral da Educação as escolas e os agrupamentos da Nossa Banda que decidiram envolver-se neste projecto (que envolve turmas de início de ciclo: 1º, 5º, 7º e 10º anos), que é da responsabilidade do Ministério da Educação, são (eventualmente, a lista pode estar incompleta):


Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi

Agrupamento de Escolas: Anselmo de Andrade; de Azeitão; do Barreiro; da Caparica; Emídio Navarro; do Monte da Caparica; Navegador Rodrigues Soromenho; de Pinhal de Frades; Romeu Correia; de Vale de Milhaços

Colégio: Atlântico; Cantinho das Descobertas

Escola Profissional: de Almada; da Moita

Escola Secundária: da Baixa da Banheira; Fernão Mendes Pinto

Seria interessante que os alunos, os pais e encarregados de educação e os professores envolvidos nesta experiência tomassem a iniciativa de se encontrar a meio e no final de 2017-18 para fazer o seu próprio balanço deste primeiro ano. Seria sinal de uma autonomia que não tem existido.

Fonte: sítio da Direcção-Geral da Educação

sábado, 5 de agosto de 2017

[0075] Navegação e medições: um check-in no século XVII

O holandês Dirk Stoop (1610 – 1686) pintou em 1662, ao serviço de D. João IV, um quadro (a óleo sobre tela, com 1230 mm x 1725 mm) que hoje é conhecido por Terreiro do Paço no século XVII e está à guarda do Museu de Lisboa:


A cena representada está relacionada com a partida da infanta D. Catarina de Bragança para Londres, onde casaria com o rei Carlos II.

Além dos variados e interessantes pormenores sobre a época podemos ver, à esquerda, junto ao rio, o embarque do dote da infanta, que está a ser supervisionado (e pesado) por funcionários ingleses. Algo que hoje, com as adequadas diferenças, é feito à bagagem de cada passageiro nos nossos aeroportos …


Informação sobre o quadro: exposição «Debaixo dos nossos pés» (Museu de Lisboa)
Imagem completa: sítio do Museu de Lisboa
Fotografia do pormenor: Eva Maria Blum (em 23 de Julho de 2017, na exposição «Debaixo dos nossos pés»)

sábado, 29 de julho de 2017

[0074] Para a observação de aves: o Espaço Interpretativo da Lagoa Pequena

Este espaço está situado na extremidade da Lagoa de Albufeira, no concelho de Sesimbra, sendo acessível a partir da Estrada Nacional nº 377 (para quem se desloca na direcção das aldeias de Alfarim e do Meco, a saída encontra-se claramente assinalada).

Fotografia do painel interpretativo principal: Eva Maria Blum (29 de Julho de 2017)

Dispõe de caminhos para observação das aves e das plantas aquáticas, com troços sobre passadiços que permitem caminhar sobre as águas e aceder a observatórios situados já dentro destas.










A ave que figura no seu logótipo é o Galeirão, talvez por ser muito visível. Mas também são facilmente observadas a Garça-real (ou Garça-cinzenta), a Garça-branca, a Gaivota-de-patas-amarelas, o Corvo-marinho e a Gralha, entre outras (dependendo da época do ano: as aves podem ser residentes, invernantes e estivais).

É possível realizar visitas por conta própria (tendo em atenção o horário de abertura do espaço), ou com acompanhamento.
Informações e contactos: Câmara Municipal de Sesimbra (www.cm-sesimbra.pt)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

[0073] O passado e o futuro das nossas universidades populares

Paulo Almeida, professor do Instituto Superior Técnico, redigiu em 2001 um pequeno texto que intitulou «Universidade Popular Portuguesa. Passado e Futuro».

Sobre o passado, Paulo Almeida começou por lembrar como, no século XIX, Alexandre Herculano caracterizara a “instrução popular” e como surgiram instituições que a procuraram implementar: a Voz do Operário (1883) e a Academia de Estudos Livres (1889), ambas em Lisboa e depois, já durante a República, a Universidade Livre (Lisboa, 1911), com as suas palestras semanais seguindo-se-lhe, passados poucos anos, a Universidade Popular do Porto, a Universidade Popular de Setúbal e, em Lisboa, a Universidade Popular Portuguesa (1919), cuja sessão inaugural decorreu na Padaria do Povo, em Campo de Ourique, e onde colaboraram, entre outros, António Sérgio, Jaime Cortesão, Rodrigues Lapa, Raul Proença, Mira Fernandes, Faria de Vasconcelos, Agostinho da Silva, Vieira de Almeida, Cirilo Soares, Moisés Amzalak, Leite de Vasconcelos, Mendes Correia, Virgínia de Castro Almeida, Aurélio Quintanilha e Azeredo Perdigão.

Foi na Universidade Popular Portuguesa que Bento de Jesus Caraça proferiu, em 1933, a sua mais famosa conferência: «A Cultura Integral do Indivíduo».


Paulo Almeida considerou ainda que a Universidade Popular continua a ter um importante lugar no futuro, pois “O ensino, hoje, em toda a Europa, visa sobretudo e cada vez mais o fabrico de eleitores, consumidores e contribuintes relegando para segundo plano a riqueza individual de cada um e cerceando as formas efetivas de participação coletiva.

O texto integral deste escrito de Paulo Almeida e o de Bento Jesus Caraça estão acessíveis na página «Documentos» deste blogue, tendo o primeiro sido enviado por António Amaral e o segundo retirado da ligação proporcionada na Wikipédia (em Bento de Jesus Caraça).

Fontes:documento, Almeida (2001); imagem, Wikipédia (Bento de Jesus Caraça), acedida em 26 de Julho de 2017

sábado, 22 de julho de 2017

[0072] Os planos municipais de combate ao abandono e insucesso escolares

Contando com generoso financiamento europeu, que o Estado central promove através do Portugal 2020, começam a surgir, por iniciativa de diversos municípios, os planos municipais de combate ao abandono e ao insucesso escolares.


A Câmara Municipal de Almada preparou o seu, para o triénio 2017-2020, destacando-se nele o Mais Leitura / Mais Sucesso e, na vertente da expressão musical, o Outras Bandas – Instrumentos de Inclusão.













Fonte informativa: folhetos distribuídos pela Câmara Municipal de Almada

terça-feira, 18 de julho de 2017

[0071] Para as crianças, para todos nós: o Museu da Marioneta

Este museu foi criado em 1987, pela Companhia de Marionetas de S. Lourenço. A abertura ao público só ocorreu em Novembro de 2001, quando a Câmara Municipal de Lisboa lhe proporcionou o espaço do renovado Convento das Bernardas, situado em Santos.


Dedicado à história, interpretação e divulgação do universo da marioneta, possui uma colecção de máscaras e marionetas originárias de diferentes partes do mundo, que ilustram as diversas formas de manipulação, entre elas as marionetas de luva, as marionetas de fios, as sombras e as máscaras.

O Serviço Educativo proporciona visitas orientadas, visitas incluindo actividades, ateliês, manhãs criativas / ateliês de família, férias escolares e festas de aniversário.

Fonte informativa: Museu da Marioneta

quarta-feira, 12 de julho de 2017

[0070] Chegou o «Ciência Viva no Verão» de 2017

De 15 de Julho e 15 de Setembro há, um pouco por todo o país, mais de 800 iniciativas gratuitas de divulgação científica em que os veraneantes – que somos todos nós - podem participar.


Na Nossa Banda há iniciativas previstas nos concelhos de Almada, Barreiro, Montijo, Seixal, Sesimbra e Setúbal.

A descrição dessas iniciativas (o quê, onde, quando e como) pode ser consultada em
onde também podem ser feitas as respectivas (e indispensáveis) inscrições.

Fonte: Ciência Viva

sábado, 8 de julho de 2017

[0069] Uma experiência pedagógica em 2017-18, nas escolas que o decidirem

No passado dia 5 de Julho foi publicado na IIª Série do Diário da República o Despacho nº 5908/2017.
Através dele é autorizada, no próximo ano lectivo, em regime de experiência pedagógica, a implementação do projeto de autonomia e flexibilidade curricular dos ensinos básico e secundário.

Concorrem as escolas que o desejarem, com as turmas que decidirem.

Fonte: Diário da República Electrónico

sábado, 1 de julho de 2017

[0068] O 34º Festival de Almada (teatro, dança e música)

De 4 a 18 de Julho Almada volta a ser a capital do Teatro.

Estão programadas 44 produções de teatro, dança e música, com autoria de 15 criadores oriundos de França, Noruega, Bélgica, Argentina, Roménia, Inglaterra, Israel, Itália, Suíça e Espanha.


«Hedda Gabler», de Ibsen, com encenação de Juni Dahr, a peça mais votada no ano passado pelo público, regressa como «Espectáculo de Honra».

Haverá espaço para grandes nomes do teatro europeu, sendo apresentadas, entre outras peças, criações do suíço Christoph Marthaler, do italiano Pippo Delbono, da romena Gianina Cărbunariu, da companhia belga «Peeping Tom» e do agrupamento inglês «1927».

Às companhias nacionais estão reservadas cinco estreias e um ciclo dedicado ao Novíssimo Teatro Português.

Este ano será homenageado o artista plástico António Lagarto, a quem é dedicada uma exposição e uma instalação na Escola D. António da Costa.

A responsável pelo curso de formação teatral «O Sentido dos Mestres» é a encenadora norueguesa Juni Dahr e o autor do cartaz desta edição é Jorge dos Reis, que terá patente uma exposição de artes plásticas na Casa da Cerca.

Fonte informativa: www.m-almada.pt

sábado, 24 de junho de 2017

[0067] Em preparação: a Universidade Popular de Almada

Adoptando um conceito que difere do usado pelas universidades sénior ou da terceira idade, esta nova Universidade está aberta a toda a população, independentemente da sua idade e estatuto social.

Trata-se de um projeto da Academia de Cultura e Solidariedade Ramiro Freitas para “promover a educação ao longo da vida, de modo a contribuir para o desenvolvimento pessoal através de atividades nas áreas social, educativa e cultural, elevando os níveis de literacia, do conhecimento e da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, através da realização de cursos, seminários e outras sessões de estudo, nomeadamente:
- Ciclos com aulas, com diferentes temas e periodicidades.
- Oficinas temáticas, de duração variável.
- Fórum «Pensar A Vida», ciclo de debates e de palestras.
- Centro de Estudos Temáticos: Círculo de Estudos Alentejanos (d’aquém e além Tejo) e     Círculo de Estudos da Diáspora cabo-verdiana e outras comunidades.”