domingo, 9 de dezembro de 2018

[0169] Onde obter informações sobre o Património Mundial classificado em Portugal


O sítio da Comissão Nacional da UNESCO, que faz parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros, tem listado o Património Mundial que já foi classificado por aquela organização em Portugal, bem como informações relevantes sobre cada um dos casos.

Estão na lista do património material: Angra do Heroísmo nos Açores; Jerónimos e Torre de Belém; Mosteiro da Batalha; Convento de Cristo; Centro Histórico de Évora; Mosteiro de Alcobaça; Paisagem Cultural de Sintra; Centro Histórico do Porto; Côa e Siega Verde; Floresta Laurissilva na Madeira; Centro Histórico de Guimarães; Alto Douro Vinhateiro; Paisagem Vinha da Ilha do Pico; Elvas e suas Fortificações; Universidade de Coimbra.

Na lista do Património Cultural Imaterial figuram, por ano de inscrição:

2011: FADO, MÚSICA POPULAR URBANA PORTUGUESA


2013: DIETA MEDITERRÂNICA
(em conjunto: Chipre, Croácia, Espanha, Itália, Grécia, Marrocos, Portugal)


2014: CANTE ALENTEJANO, CANTAR POLIFÓNICO DO ALENTEJO, SUL DE PORTUGAL


2015: MANUFATURA DE CHOCALHOS
(necessita de Salvaguarda Urgente)


2016: FALCOARIA, UM PATRIMÓNIO HUMANO VIVO
(em conjunto: Emirados Árabes Unidos, Áustria, Bélgica, República Checa, França, Alemanha, Hungria, Itália, Casaquistão, República da Coreia, Mongólia, Marrocos, Paquistão, Portugal, Qatar, Arábia Saudita, Espanha, República Árabe da Síria)


2016: PROCESSO DE MANUFATURA DA OLARIA PRETA DE BISALHÃES
(necessita de Salvaguarda Urgente)


2017: PRODUÇÃO DE FIGURADO EM BARRO DE ESTREMOZ


Fonte (informações e imagens): sítio da Comissão Nacional da UNESCO

sábado, 1 de dezembro de 2018

[0168] A World Digital Library / Biblioteca Digital Mundial


A ideia surgiu em 2005, quando James H. Billington propôs que a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América, de que era Bibliotecário, criasse uma Biblioteca Digital Mundial para a UNESCO.
A concretização aconteceu em 2009, através da disponibilização gratuita, com apoio multilingue, de conteúdos sobre cada estado-membro da UNESCO: livros, mapas, fotografias, filmes, …

São objectivos principais desta Biblioteca:
·       Promover a compreensão internacional e intercultural;
·       Expandir o volume e a variedade de conteúdo cultural na Internet;
·       Fornecer recursos para educadores, académicos e o público em geral;
·       Desenvolver as instituições parceiras, a fim de reduzir a lacuna digital dentro dos e entre os países.

Um dos documentos acessível nesta Biblioteca, fornecido pela Biblioteca Nacional do Brasil, é o «Mappa Humorístico da Europa», desenhado em 1914, altura em que a Iª Guerra Mundial se estava a iniciar (as comemorações dos 100 anos do seu término ocorreram recentemente):


Tal como está descrito nesta Biblioteca Digital, este mapa criado “pelo famoso ilustrador e pintor modernista português António Soares (1894 - 1978)” e “pode ser visto como uma reprovação às potências da Europa, que na época contribuíram para que o continente europeu caísse numa grande conflagração que resultou na Primeira Guerra Mundial. Cada uma das 21 nações é representada como um animal, com os nomes dos países apresentados numa legenda no canto superior esquerdo do mapa. As principais potências são retratadas como enormes feras selvagens. A Rússia, um urso polar, agarra e tira sangue da Áustria-Hungria, retratada como um lobo, e o tigre da Alemanha devora o cervo da Bélgica. A Grã-Bretanha, um leopardo, e a França, um leão, ambos tentam lutar contra o tigre. A Sérvia parece ser um rato, que rói a orelha do lobo austro-húngaro. A Turquia Otomana aparece como um crocodilo um tanto desinteressante, enquanto os países menores, muitos deles neutros, são representados por animais menores e mais pacíficos, como o coelho albanês e a tartaruga grega. Mapas retratando países como animais eram produzidos há bastante tempo na Europa, desde os séculos XVI e XVII, quando os Países Baixos eram frequentemente referidos como um leão.

Fonte (texto e imagem): sítio da World Digital Library (em português)

sábado, 24 de novembro de 2018

[0167] Pressões imobiliárias sobre o associativismo na Nossa Banda


O Centro de Cultura Libertária (CCL), com sede em Cacilhas, explicou recentemente no seu blogue as dificuldades por que tem crescentemente passado como consequência das pressões dos interesses imobiliários.


E resume assim a sua história de 44 anos:

O CCL é um ateneu cultural anarquista fundado em 1974 por velhos militantes libertários que resistiram à ditadura, ocupando desde então o espaço arrendado no número 121 da Rua Cândido dos Reis, em Cacilhas. O Centro possui uma biblioteca e um arquivo únicos em Portugal, com documentos produzidos ao longo dos últimos cem anos, assim como uma distribuidora de cultura libertária. Tem sido um espaço fundamental para o anarquismo em Portugal acolhendo sucessivas gerações de libertários. Durante a sua existência, o Centro acolheu inúmeras actividades, tais como debates, encontros, círculos de leitura, sessões de vídeo, oficinas, jantares ou diversas oficinas de aprendizagem, e serviu de casa a muitos grupos e colectivos libertários. Diferentes publicações aqui se editaram, como a Voz Anarquista nos anos 70, a Antítese nos anos 80, o Boletim de Informações Anarquista nos anos 90 e a revista Húmus na primeira década deste século.
Enquanto associação anarquista, o funcionamento do CCL é horizontal e tem por base a assembleia de sócios, onde são tomadas as decisões e distribuídas as tarefas inerentes à vida da associação. A participação no CCL é sempre feita de forma voluntária, não-remunerada e sem fins lucrativos. As únicas fontes de financiamento são as quotas dos associados, as receitas da livraria e dos jantares e os donativos solidários.”

Fonte: blogue do Centro de Cultura Libertária (texto e imagem)


sábado, 17 de novembro de 2018

[0166] Uma rua, uma história: Francisco Ferrer e a Escola Moderna

Na Cova da Piedade existe uma discreta rua com o nome de Francisco Ferrer:


Para quem vem de Cacilhas, passando junto aos antigos estaleiros da Lisnave, chega-se ao jardim da Cova da Piedade e a Rua Francisco Ferrer começa aí:


Francisco Ferrer (1859-1909) era catalão (Francesc Ferrer i Guàrdia), e foi um pensador anarquista e um pedagogo libertário, tendo sido um dos fundadores da Escola Moderna (1901):


O movimento reformador gerado por esta iniciativa levou à criação, em 1906, da Liga Internacional para a Instrução Racional da Infância, baseada nos seguintes princípios:

1.    A educação da infância deve fundamentar-se sobre uma base científica e racional; em consequência, é preciso separar dela toda noção mística ou sobrenatural;
2.    A instrução é parte desta educação. A instrução deve compreender também, junto à formação da inteligência, o desenvolvimento do carácter, a cultura da vontade, a preparação de um ser moral e físico bem equilibrado, cujas faculdades estejam associadas e elevadas ao seu máximo potencial;
3.    A educação moral, muito menos teoria do que prática, deve resultar principalmente do exemplo e apoiar-se sobre a grande lei natural da solidariedade;
4.    É necessário, sobretudo no ensino da primeira infância, que os programas e os métodos estejam adaptados o mais possível à psicologia da criança, o que quase não acontece em parte alguma, nem no ensino público nem no privado.

Fonte (sobre Francisco Ferrer e a Liga Internacional para a Instrução Racional da Infância): Wikipédia
Imagens: fotografia de Eva Maria Blum (a placa); Google Maps; fotografia da Wikipédia (Francisco Ferrer)

sábado, 10 de novembro de 2018

[0165] Em breve, uma nova exposição em Almada


Esperada desde há muito tempo, aí está a exposição sobre a Lisnave:


A inauguração da Lisnave na Margueira ocorreu em 1967, depois das obras de preparação do estaleiro desde 1961.
Na década de 1960 a Lisnave reparou 30 % da frota global, sendo líder mundial neste ramo.
Em 1971 foi inaugurada a doca 13, a maior doca seca do mundo, na altura, com capacidade de docagem para 1 milhão de toneladas.
No seu auge, chegaram a trabalhar na Lisnave mais de dez mil operários.
A partir da década de 1970 a actividade da Lisnave começou a diminuir, a empresa endividou-se e em 2000 o estaleiro encerrou definitivamente.

O Museu Naval de Almada situa-se no Olho de Boi, no extremo da cais do Ginjal, sendo acessível a pé por esta via, ou descendo, a pé ou de carro, a partir de Almada Velha.

Fonte: sítio da Câmara Municipal de Almada; folheto informativo do Centro de Arqueologia de Almada (2012); notícia de Ferreira (2015)

domingo, 4 de novembro de 2018

[0164] Uma campanha da UNESCO pelo Direito à Educação


De 15 de Outubro a 18 de Dezembro de 2018 a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) promove digitalmente a campanha #RightToEducation, um dos direitos incluídos na Declaração Universal dos Direitos do Homem e um dos actuais 17 objectivos do desenvolvimento sustentável:


Fonte: sítio da UNESCO

sábado, 27 de outubro de 2018

[0163] De 2 a 18 de Novembro há muito teatro em Almada!


A 22ª Mostra de Teatro de Almada irá concretizar-se de 2 a 18 de Novembro, por iniciativa dos grupos de teatro que nela participam e da Câmara Municipal de Almada,.

A apresentação desta edição é assim feita no blogue que vem acompanhando a Mostra:
Meses antes do seu início, escolhem-se e decoram-se textos, ensaia-se com o pensamento na intensidade que se deverá dar às palavras, define-se a movimentação em cena, fazem-se desenhos de luz e escolhem-se os melhores sons que hão-de acompanhar as peças, constroem-se cenários, desenham-se figurinos, preparam-se adereços, montam-se espaços cénicos e cria-se, enfim, ILUSÃO.
Chegado o momento, actores e público, numa só respiração, acrescentam sentidos a cada récita e, deste modo, ampliam formas de estar e de ser e contribuem para um mundo diferente, mais pleno e mais rico, no fundo, melhor.
Na vitrine onde a 22ª Mostra de Teatro se expõe ressalta a diversidade: Heiner Müller, Bertolt Brecht, Beckett, Natália Correia, Marina Carr, António Mauriz, Patrick Süskind, Alberto Luengo mas também Paulo Sacaldassy, Fernando Fitas e Blaise Cendrars entre muitos outros fazem antever a riqueza daquilo a que será possível assistir.
Também este ano, se poderá, então, contar com um programa muito diversificado que terá na mira os mais diferentes públicos, e que contemplará ainda, pela riqueza que lhe trazem, os já habituais espaços de formação, de debate e de convívio entre público e artistas.
Aos 22 grupos participantes caberá a confirmação da multiplicidade de escolhas, entre diferentes estéticas e géneros, bem como a responsabilidade de continuar a fazer de Almada, espaço de artes e cultura, a terra onde o teatro se sente definitivamente em casa.


CALENDÁRIO

2 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
ACTOS URBANOS
CRIAÇÃO | M/16 | 70’
DE SARAH ADAMOPOULOS | ENCENAÇÃO: JOANA SABALA

3 NOVEMBRO | SÁBADO | 16H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
TEATRO EXTREMO
DOIS REIS E UM SONO | M/6 | 75’
DE NATÁLIA CORREIA E MANUEL LIMA

3 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
ARTES E ENGENHOS
A MORTE NOS OLHOS | M/16 | 70’ | ESTREIA
DE ALEXANDRE PIERONI CALADO E JOÃO FERRO MARTINS COM CARLOTA LAGIDO

6 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA |22H00
PÁTIO DO PRIOR DO CRATO
O GRITO
SEMENTEIRA | M/12 | 75’
DE FERNANDO FITAS

7 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA | 21H30
AUDITÓRIO DA COSTA DA CAPARICA
TEATRO DA GANDAIA
O SEGREDO DE QUEM SOMOS | M/10 | 50’
DE CHRISTIANE DE MACEDO

8 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA | 21H30
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
TEATRO UBU
ILHA DO SUMIÇO | TODOS | 45’
DE FRANCISCO SILVA, RUI SILVARES E ANA NAVE

9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H30
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
ALPHA TEATRO
GODET...GODOT...GODIN...
...OU LÁ COMO ELE SE CHAMA! | M/16| 60’ ESTREIA
A PARTIR DE “À ESPERA DE GODOT” DE SAMUEL BECKET

9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H00
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00
11 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H00
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA
NINHO DE VÍBORAS
FAZER UMA FOGUEIRA | M/6 | 180’ (tem intervalo)
DE ALBERTO LUENGO (SEGUNDO JACK LONDON)

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 19H00
PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE
MARINA NABAIS DANÇA, ASSOCIAÇÃO CULTURAL
NO | M/5 | 50’
CRIAÇÃO COLETIVA

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
UM MINUTO ANTES DE DIZER ADEUS | M/12 | 50’
DE PAULO SACALDASSY

10 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
A LAGARTO AMARELO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
O CONTRABAIXO | M/12 | 70’ ESTREIA
DE PATRICK SüSKIND

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
A BIBLIOTECA ENCANTADA | M/3 | 40’
DE IRÍS PITACAS

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H30
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
EMBALARTE
AS VOLTAS QUE A TERRA DÁ | TODOS Recomendado 6 meses aos 5 anos | aprox. 30’
DE ÂNGELA RIBEIRO E SUSANA ROSENDO

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
A TEIA | M/12 | 60’ ESTREIA
CRIAÇÃO COLETIVA

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 19H00
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
O OUTRO LADO
PÂNTANO | M/12 | 90’ ESTREIA
DE MARINA CARR

11 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00
AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
CRÓNICAS ANACRÓNICAS | M/12 | 60’ ESTREIA
DE ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA – CRIAÇÃO COLETIVA

13 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA | 21H30
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
TEATRO DA GANDAIA
O SEGREDO DE QUEM SOMOS | M/10 | 50’
DE CHRISTIANE DE MACEDO

14 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA | 21H30
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
NOVO NÚCLEO TEATRO, FCT
HORÁCIO | M/12 | 60’ ESTREIA
CENTRADO NO MITO DE HORÁCIO
A PARTIR DOS TEXTOS: “O HORÁCIO”, HEINER MÜLLER, “OS HORÁCIOS E OS CURIÁCIOS”, BERTOLT BRECHT, “HORÁCIO”, PIERRE CORNEILLE

15 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA| 10H30 e 11H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
TEATRO ABC.PI – Associação Cultural
ÀS CRIANÇAS | M/3 | 37’
DE BLAISE CENDRARS

16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 21h00
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
PRODUÇÕES ACIDENTAIS
A MINHA EUROPA / MY EUROPE | M/12 | 80’
DE COLIN GINKS e ISABEL MÕES

16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 22h30
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
ARTES E ENGENHOS
MIGRAÇÕES – TÍTULO PROVISÓRIO | M/16 | 65’
DE SANDRA HUNG, ARTES E ENGENHOS

17 NOVEMBRO | SÁBADO| 21H00
AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
ROMEU CORREIA, TALVEZ POETA | M/12 | 90’ (TEM INTERVALO)
DE GRUPO DE TEATRO DA ASSOCIAÇÂO CULTURAL MANUEL DA FONSECA – CRIAÇÃO COLETIVA

18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
TEATRO & TEATRO – ASSOCIAÇÃO CULTURAL O MUNDO DO ESPECTÁCULO
O TREM DAS TREZE (E TREZE) | M/12 | 60’ ESTREIA
DE ANTÓNIO MAURIZ

18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
COMPANHIA DE TEATRO MUSICAL DA PLATEIAS D’ARTE
SONHOS – UM CLÁSSICO ENCANTADO | M/3 | 60’ ESTREIA
ADAPTAÇÃO DE DIOGO NOVO E SARA CASTANHEIRA inspirado nos CONTOS dos IRMÃOS GRIMM

18 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA
GITT – GRUPO DE INICIAÇÃO TEATRAL DA TRAFARIA
TRÊS BICAS E UM CARIOCA DE LIMÃO | M/12 | 50’ ESTREIA
DE XICO BRAGA

Fonte: blogue da Mostra de Teatro de Almada (onde é possível obter informações complementares sobre cada espectáculo)

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

[0162] Como fazer o «Origami»? Qual o seu papel na educação?


A primeira sessão organizada pelo Grupo Estrela Azul em 2018-19 tem por título uma pergunta: Afinal, o Origami é útil?


Será dinamizada pela professora Ana Mota e decorrerá na Associação Almada Mundo (Praça Capitães de Abril nº 2 A e B, Cova da Piedade), no dia 31 de Outubro, a partir das 15h00. A participação é livre.

domingo, 21 de outubro de 2018

[0161] Como está o mundo neste momento?


Com fundamento nas estatísticas disponibilizadas por publicações internacionalmente fidedignas, o sítio Worldometers mostra a quem o consulta uma estimativa em tempo real do estado quantitativo de diversas facetas deste mundo sempre em mudança: a população; o governo e a economia; a sociedade e os seus media; o ambiente; a alimentação; a água; a energia; e a saúde.

Um exemplo, registado perto do fim da tarde deste Domingo:


Esta mensagem foi, portanto, uma das cerca de quatro milhões e meio de mensagens colocadas hoje em blogues de todo o mundo.

Fonte: sítio de Worldometers

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

[0160] CINEMAR: dois dias de cinema na Trafaria!



O Cinemar é uma mostra de filmes sobre o Mar e a Pesca que decorrerá ao ar livre, em dois locais da Trafaria, já nesta 6ª feira (dia 12) e neste Sábado (dia 13). E é gratuito.

Programa:


Esta iniciativa resulta da colaboração de um grande número de pessoas e de colectivos:


Informação recebida através de email

domingo, 7 de outubro de 2018

[0159] A visitar em Lisboa: o Jardim Botânico da Ajuda


O Jardim Botânico da Ajuda foi criado há 250 anos, sendo o mais antigo jardim botânico do país. Desenhado pelo naturalista italiano Domenico Vandelli, destinava-se à educação dos netos de D. José I e integrava um museu de história natural, uma casa de risco e laboratórios de química e de física, constituindo o primeiro espaço científico da cidade.
Em 1784, o padre João Faustino utilizou-o como ponto de partida para a viagem da sua máquina aeroestática, um balão foi feito em papel colorido e enchido com gás; este elevou-se nos ares, deambolou sobre o Tejo e acabou por cair em Cacilhas, tal como a «Gazeta de Lisboa» relatou ao pormenor.
Foi D. João VI, um dos netos de D. José I, que abriu este jardim ao público, uma vez por semana. E que, ao residir no Brasil para fugir às invasões francesas, fundou o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Quanto ao jardim que deixou na Ajuda, acabaria por ser integrado no Instituto Superior de Agronomia, em 1910, contribuindo o seu espaço científico para a criação da Academia das Ciências.
Entre 1994 e 1997, depois de sucessivos períodos de abandono e decadência, o jardim foi restaurado, estando actualmente dividido em quatro partes: um patamar inferior, com um jardim de estilo romântico; um patamar superior, a «escola», onde as plantas estão organizadas de acordo com as suas regiões de origem; uma mata, junto ao portão que o liga à Calçada do Galvão; e o jardim dos aromas, onde podem ser apreciadas plantas aromáticas, medicinais, tintureiras e saponificadoras, em canteiros concebidos para também serem acessíveis a invisuais.
Entre as árvores mais apreciadas encontram-se:
Jacarandás (Jacaranda mimosifolia), originários da América do Sul (o nome provém do tupi-guarani) e hoje comuns nos jardins e passeios públicos;
o único exemplar de Schotia afra existente num jardim botânico europeu e que, pela sua dimensão, se encontra apoiado numa grande estrutura circular em ferro;
a árvore da Sumaúma (Ceiba pentandra), com um tronco protegido por grandes espinhos e cujos frutos, parecidos com uma pêra-abacate, têm as sementes protegidas por centenas de pelos brancos (outrora usados para encher as almofadas);
alguns Gingko (Ginkgo biloba), uma espécie vinda do tempo dos dinossauros e de que, dizem, alguns exemplares sobreviveram ao bombardeamento atómico em Hiroshima;
e vários Dragoeiros (Dracaena drago), nativos da Madeira e dos Açores (onde actualmente são considerados vulneráveis), entre eles o maior do país, que veio já adulto para Portugal, que tem actualmente perto de 400 anos de idade e que, por ter sido atacado por um fungo em 2006, que lhe apodreceu parte das raízes, se encontra agora apoiado por um conjunto de cabos e de ferros:

À esquerda, um dos extremos do grande Ginkgo biloba; no centro, a Schotia afra

Fonte jornalística: Gonçalves (2018)
Fotografia: Eva Maria Blum

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

[0158] Em 5 de Outubro: Dia Mundial do Professor


O Dia Mundial do Professor foi instituído em 1994, pela UNESCO, a organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Este ano o tema em destaque é o da qualificação dos professores:


Foi entretanto publicado o relatório Education at a Glance 2018, sendo possível acedê-lo em:
A divulgação de que foi alvo em Portugal enfatizou a média salarial dos professores portugueses, por ser consideravelmente superior à das restantes profissionais qualificadas. O relatório explica-o pelo envelhecimento dos professores portugueses, o que o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, confirmou: em Portugal leccionam apenas 121 professores com menos de 30 anos.
Segundo o relatório, a percentagem dos nossos professores do ensino básico e secundário que têm 50 anos ou mais era cerca de 22 % em 2005 e cerca de 38 % em 2016, enquanto no conjunto dos países da OCDE subiu dos 32 % para os 35 %.

Fontes: sítios da Calendarr Portugal, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e notícia de Silva (2018)